Bitcoin cai para US$ 68 mil após Trump dar ultimato sobre Estreito de Hormuz
Edição #1146- Dia 23 de março de 2026
O mercado de criptomoedas começou o domingo sob pressão, com o Bitcoin devolvendo rapidamente os ganhos acumulados ao longo da última semana. A principal moeda digital recuou para a casa dos US$ 68 mil, refletindo um movimento de aversão ao risco desencadeado por uma súbita escalada nas tensões internacionais. No momento da redação desta nota, o Bitcoin era negociado a US$ 68,6 mil, com queda de 2,4% nas últimas 24 horas. No acumulado de sete dias, a desvalorização é de 3,9%. O gatilho veio de Washington. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o Irã ao estabelecer um ultimato de 48 horas para a reabertura do Estreito de Hormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de energia. Caso a exigência não seja atendida, o republicano ameaçou atingir infraestruturas energéticas iranianas, incluindo usinas de grande porte. (Portal do Bitcoin)
Apesar da divulgação das diretrizes mais claras da SEC e CFTC em anos, que classificam a maioria dos criptoativos como não sendo valores mobiliários, o mercado reagiu com indiferença. A razão está na expectativa de que apenas uma legislação sólida aprovada pelo Congresso garanta estabilidade para o setor, evidenciando que investidores já não se satisfazem com orientações regulatórias isoladas. Adicionalmente, a crescente tokenização de ativos tradicionais sob supervisão regulatória sugere que Wall Street poderá capturar grandes oportunidades no blockchain, reduzindo a primazia das empresas nativas de cripto. (CryptoSlate)
Os mineradores de Bitcoin enfrentam nova pressão, com a dificuldade de mineração caindo 7,8% devido à saída acelerada de participantes no setor, motivada em parte pela reorientação de capital para IA. Essa retração da rede, que já está cerca de 10% abaixo do nível do início do ano, sinaliza um reequilíbrio em curso no ecossistema, que pode afetar a segurança e a descentralização da blockchain enquanto novos paradigmas tecnológicos ganham espaço. (The Block)
O Senado dos EUA avançou em um acordo fundamental no impasse sobre o CLARITY Act, especialmente em relação ao polêmico tema do rendimento pago sobre saldos em stablecoins, principal ponto de resistência. Essa evolução legislativa reacende as expectativas para maior clareza regulatória e estabilização do mercado cripto, fortalecendo perspectivas para maior demanda institucional em Bitcoin via ETFs. Entretanto, obstáculos como questões éticas, demandas anti-lavagem e a agenda legislativa apertada indicam que o caminho ainda é complexo e demandará monitoramento atento. (CryptoSlate)
Um ataque sofisticado ao USR, stablecoin da Resolv, expôs uma falha crítica no sistema de cunhagem, permitindo a criação de 80 milhões de tokens não lastreados e a extração de cerca de US$ 25 milhões. Essa brecha, vinculada a um único endereço com privilégios de cunhagem sem limites ou checagens de oráculos, reacende alertas sobre a segurança em protocolos DeFi e stablecoins, destacando a necessidade urgente de melhorias em controles internos para evitar perdas catastróficas no ecossistema cripto. (The Block)
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que institui o uso de blockchain para rastreamento imutável do ouro extraído e comercializado no Brasil, mecanismo que visa combater o garimpo ilegal, fraudes e lavagem de dinheiro. A nova proposta prevê desde documentos eletrônicos até transparência pública rigorosa, com severas penalidades para infratores, refletindo a crescente adoção da tecnologia blockchain como ferramenta regulatória e de fiscalização que pode transformar o setor mineral brasileiro. (Livecoins)
A 21shares e a Levante firmaram nova parceria para fortalecer o mercado de criptoativos no Brasil, focando em atender a crescente demanda dos investidores por produtos regulados e seguros. Com acesso a pesquisas e estratégias globais, a colaboração visa educar o público brasileiro e ampliar a oferta de ETPs regulados, destacando o Brasil como um dos mercados mais dinâmicos da América Latina para adoção institucional e de varejo de criptoativos. (Livecoins)
O BNB retomou o posto de quarta maior criptomoeda em valor de mercado, superando o XRP por uma margem de US$ 90,7 milhões. Essa mudança histórica no top 5 revela um realinhamento dinâmico no mercado cripto, demonstrando a evolução da dominância dos ativos e a importância das estratégias de valorização usadas pelas principais moedas. (U.Today)
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