Brasil representa um terço do volume de criptomoedas da América Latina
Edição #1134- Dia 04 de março de 2026
Os usuários de criptomoedas do Brasil já representam um terço de todo o volume cripto recebido na América Latina, segundo relatório da empresa argentina Lemon. Intitulado “Estado da Indústria Crypto 2025”, o estudo foca no crescimento da adoção de criptomoedas na região e no avanço do número de usuários ativos. De acordo com o estudo, a América Latina registrou US$ 730 bilhões em volume cripto recebido em 2025, com crescimento superior a 60% na comparação anual. O aumento não se limita ao volume: os usuários ativos mensais cresceram cerca de 18% no período, em um ritmo três vezes maior do que o observado nos Estados Unidos. Segundo o estudo, tanto no Brasil quanto no México, a adoção é Em contraste, países como Argentina e Venezuela apresentam maior uso de criptomoedas como reserva de valor, devido à desvalorização de suas moedas locais, marcada principalmente pelo volume institucional e pela especulação de mercado. (Portal do Bitcoin)
A Uniswap conquistou uma vitória decisiva na justiça americana ao ter rejeitada mais uma ação coletiva que tentava responsabilizar o protocolo por golpes com tokens fraudulentos em sua plataforma. O entendimento do tribunal reforça que desenvolvedores de códigos abertos não devem ser penalizados pelo mau uso das ferramentas que criam, protegendo a inovação e abrindo caminho para maior ingresso de capital institucional no mercado DeFi. Essa decisão reduz riscos regulatórios para o token UNI, fortalecendo sua posição como “blue chip” do ecossistema descentralizado. (CriptoFacil)
Vitalik Buterin sugeriu a implementação do “big FOCIL” e mempools criptografadas para fortalecer a descentralização e reduzir o risco de censura na construção de blocos. A novidade visa impedir que poucos atores com tecnologia avançada monopolizem a ordem das transações, protegendo a neutralidade da rede e mitigando explorações predatórias como os ataques MEV. Esse desenvolvimento alinha o Ethereum ao seu plano de longo prazo, reforçando a segurança e a confiança para investidores focados na resiliência da plataforma. (CriptoFacil)
O JPMorgan, nas palavras de seu CEO Jamie Dimon, defendeu que rendimentos pagos por stablecoins devem se enquadrar nas mesmas regras rígidas dos depósitos bancários, refletindo um endurecimento do discurso institucional e regulatório contra o modelo de altas recompensas cripto sem supervisão bancária formal. Essa postura sugere um futuro onde as finanças tradicionais buscam igualar regras e responsabilidades para as inovações digitais, impactando produtos e oportunidades nos mercados cripto. (Decrypt)
Em meio a tensões geopolíticas crescentes, a maior exchange de criptomoedas do Irã, Nobitex, viu os saques dispararem 700% após ataques dos EUA e Israel, evidenciando um pânico financeiro local que movimenta milhões em criptomoedas para preservar patrimônio diante de incertezas. Esse fenômeno, embora de escala regional, reflete uma vulnerabilidade global, com potenciais repercussões macroeconômicas no fortalecimento do dólar e impacto nos preços de ativos digitais como o Bitcoin. (CriptoFacil)
No setor de mineração, a American Bitcoin, apoiada pelos filhos de Trump, anunciou expansão em sua capacidade computacional, reforçando a estratégia de acumular Bitcoin abaixo do preço de mercado após um forte trimestre. Por outro lado, empresas como Core Scientific planejam vender a maior parte de seus estoques em BTC para financiar uma transição focada em data centers de inteligência artificial, refletindo ajustes estratégicos num mercado desafiador e altamente volátil. (The Block; Decrypt)
O lançamento da USDXP pela corretora brasileira Clear, controlada pelo grupo XP, marcou a entrada do mercado nacional na corrida pelas stablecoins com lastro em dólar. A nova criptomoeda visa oferecer exposição simples e eficiente ao dólar, protegendo investidores em ambientes de moedas frágeis e competindo diretamente com gigantes como Tether e Circle. Essa iniciativa revela o interesse crescente do setor tradicional em se apropriar das tecnologias cripto para diversificação e proteção financeira. (Livecoins)
No contexto regulatório e judicial, o US Senate avança com um projeto bipartidário que proíbe o Federal Reserve de emitir uma moeda digital nacional (CBDC) até 2031, sinalizando resistência política à introdução de moedas digitais oficiais. (Livecoins)
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