BTC cai para o menor nível em 9 meses enquanto altcoins desabam dois dígitos
Edição #1115 - Dia 02 de fevereiro de 2026
O Bitcoin não conseguiu se manter na faixa dos US$ 80 mil no final de semana, caindo cerca de 8%, para US$ 77 mil, patamar não visto há cerca de nove meses, em meio a uma nova onda de forte aversão ao risco no mercado de criptomoedas. Nesta manhã de domingo, o BTC se recuperou para US$ 78.950, com quase 5% de queda nas últimas 24 horas. Desde o topo histórico acima de US$ 126 mil, registrado em outubro, o Bitcoin já recuou cerca de 35%, refletindo o enfraquecimento do apetite por ativos de risco em meio ao aumento dos riscos geopolíticos. O movimento de baixa também atingiu com ainda mais intensidade o Ethereum, que caiu 13%, para US$ 2.362, no mesmo período. A segunda maior criptomoeda do mercado já perdeu mais de 50% do valor desde o pico próximo a US$ 5 mil, alcançado em agosto. A forte queda desencadeou um volume expressivo de liquidações no mercado de derivativos. Dados da CoinGlass indicam que na ocasião US$ 2,53 bilhões em posições foram liquidadas. (Portal do Bitcoin)
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Regras do BC para criptomoedas começam a valer nesta segunda. Depois de meses de debate e consultas públicas, o pacote de regras do Banco Central para o mercado de criptomoedas finalmente entra em vigor nesta segunda-feira (2). A primeira norma é a Resolução 519, que define “as regras do jogo” para a prestação de serviços com cripto no país e consolida exigências que passam a valer para o setor, como transparência com o cliente, governança, controles internos e diretrizes de integridade. A segunda é a Resolução 520, que trata do “como operar”. Ela define os processos de autorização e a transição para o novo regime, estabelecendo prazos e exigências para que as SPSAVs. Já a terceira, a Resolução 521, é a que muda o enquadramento de parte do fluxo cripto. Ela determina quais operações passam a ser tratadas como câmbio e de capitais internacionais. (Portal do Bitcoin)
A nomeação do ex-governador do Fed, Kevin Warsh, para presidir a Reserva Federal Americana, traz um novo capítulo à política monetária dos Estados Unidos e seu impacto nos mercados cripto. Conhecido por sua postura diferenciada sobre políticas de contracção do balanço da Fed, Warsh não demonstra ansiedade com o Bitcoin, reconhecendo-o mais como um avanço tecnológico do que uma ameaça monetária. Contudo, sua forte defesa do dólar digital pode representar um desafio ao ecossistema das criptomoedas descentralizadas, ao mesmo tempo em que sinaliza um caminho para maior integração e regulação do mercado cripto. (CryptoSlate)
O fechamento do Metropolitan Capital Bank em Illinois, primeiro colapso bancário dos EUA em 2026, somado a uma temida queda nos preços do ouro, prata e Bitcoin, sinalizou uma maior pressão das condições financeiras rígidas sobre mercados globais. Embora a falência do banco seja pequena, o contexto reforça preocupações com fragilidades bancárias sistêmicas, destacadas por US$ 337 bilhões em perdas não realizadas. Este turbilhão cruzado de ativos prova como a volatilidade pode ser contagiosa, afetando desde metais preciosos à criptomoeda, e testa a resistência das estruturas de liquidez global. (CryptoSlate)
A Tether lançou oficialmente a USAT, sua nova stablecoin regulada federalmente nos EUA, ampliando o leque de opções para investidores institucionais buscando segurança e conformidade nas transações digitais. Com emissão pelo Anchorage Digital Bank, a USAT busca operar dentro da infraestrutura de pagamentos americana, reforçando a soberania do dólar no universo digital enquanto preserva a estabilidade e a transparência, elementos fundamentais para impulsionar a adoção institucional das moedas digitais. (Livecoins)
O fundador da Ethereum, Vitalik Buterin, compartilhou sua estratégia de sucesso na plataforma Polymarket, onde ganhos de US$ 70 mil foram obtidos ao apostar contra os extremos do mercado. Essa abordagem contrária aos modismos exagerados ilustra como a racionalidade e visão crítica podem ser vantajosas em ambientes de alta volatilidade, sobretudo em plataformas descentralizadas de previsão, proporcionando um olhar diferente sobre as oportunidades e riscos do universo cripto. (Decrypt)
O staking de Ethereum atingiu um marco histórico: mais de 30% do total da oferta ETH está atualmente em stake. Este crescimento expressivo revela a maturidade e confiança crescente dos investidores na rede, implicando impactos positivos para a segurança e estabilidade do protocolo, reforçando sua posição de liderança no ecossistema cripto. (U.Today)
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